O papel do Chefe de Estado
Para todos os efeitos, o papel do chefe de estado é o de ser símbolo da nação sobre que ele exerce liderança, representando os cidadão de forma política, mas principalmente moral. O chefe de estado deve ser uma figura que paira acima das disputas políticas internas do país, uma vez que ele representa TODOS os cidadãos.
No caso do Brasil, este papel é feito pelo Presidente da República, que detém a chefia do estado e do poder executivo. Apesar na natureza de tal função, a postura do presidente da república é diferenciada dentro do quadro político. O presidente, antes de ser lider de uma facção política qualquer, é lider de todos os brasileiros. A figura do chefe de estado não pode ser confundida com a do homem que ocupa temporariamente tal posto. Um político deve disputar votos para atingir tal posição, mas depois que o faz, sua conduta deve se dar dentro do mais absoluto decoro esperado de um símbolo nacional.
Ocorre que, no Brasil, todas as teorias políticas consagradas no resto do mundo civilizado são "relativizadas". Nosso atual presidente, acostumado durante tantos e tantos anos a não ser nada mais do que um mero símbolo de facção política, parece que ainda não percebeu que a liderança do país requer condutas que não são a de um presidente de partido político.
Ao usar o cargo de presidente para fazer campanha política, nosso presidente desvaloriza o cargo que ocupa, coloca em cheque a liderança absoluta que um presidente (digo aqui o cargo de presidente, não a pessoa que o ocupa) deve ter e, confundindo cargo e pessoa que o exerce, relativiza a divisão dos poderes que é um dos pilares da república.
Agora... qualquer pessoa que conhece o caráter gramsciano do atual governo sabe que tais atitudes não são mera coincidência, muito menos um erro vindo de um homem que "se equivocou no calor da emoção", (como afirmou o presidente após pedir votos para Marta Suplicy durante a inauguração de uma avenida na zona leste de São Paulo). Confundir a função de presidente com a pessoa do Lula é o próximo passo na construção de um Estado vinculado no culto da personalidade, e não de ideias e ideais que correspondem a tradição republicana ocidental.
No caso do Brasil, este papel é feito pelo Presidente da República, que detém a chefia do estado e do poder executivo. Apesar na natureza de tal função, a postura do presidente da república é diferenciada dentro do quadro político. O presidente, antes de ser lider de uma facção política qualquer, é lider de todos os brasileiros. A figura do chefe de estado não pode ser confundida com a do homem que ocupa temporariamente tal posto. Um político deve disputar votos para atingir tal posição, mas depois que o faz, sua conduta deve se dar dentro do mais absoluto decoro esperado de um símbolo nacional.
Ocorre que, no Brasil, todas as teorias políticas consagradas no resto do mundo civilizado são "relativizadas". Nosso atual presidente, acostumado durante tantos e tantos anos a não ser nada mais do que um mero símbolo de facção política, parece que ainda não percebeu que a liderança do país requer condutas que não são a de um presidente de partido político.
Ao usar o cargo de presidente para fazer campanha política, nosso presidente desvaloriza o cargo que ocupa, coloca em cheque a liderança absoluta que um presidente (digo aqui o cargo de presidente, não a pessoa que o ocupa) deve ter e, confundindo cargo e pessoa que o exerce, relativiza a divisão dos poderes que é um dos pilares da república.
Agora... qualquer pessoa que conhece o caráter gramsciano do atual governo sabe que tais atitudes não são mera coincidência, muito menos um erro vindo de um homem que "se equivocou no calor da emoção", (como afirmou o presidente após pedir votos para Marta Suplicy durante a inauguração de uma avenida na zona leste de São Paulo). Confundir a função de presidente com a pessoa do Lula é o próximo passo na construção de um Estado vinculado no culto da personalidade, e não de ideias e ideais que correspondem a tradição republicana ocidental.

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